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Invan "Mamão" Conti

Ivan “Mamão” Conti has released Poison Fruit, his first solo album in 20 years.

The creativity of the seventy-year-old — who has been experimenting with Brazilian music for half a century — has not aged a bit.

His beautiful house is located on the beach of Saquarema, in the middle of luxurious nature, two hours by car from Rio de Janeiro. “I’ve been living here for about ten years,” says Ivan “Mamão” Conti, pulling a t-shirt over his chest that tans all year round, as he enters a room where a drum set sits in the middle of a collection of synthesizers. It’s a recording studio looking out on the ocean, where his new solo album, Poison Fruit, the first in 20 years, was born.Ivan Conti was nicknamed “Mamão” by his schoolmates after having destroyed a papaya tree (mamoeiro); since then, he has made peace with nature. Born in the Estácio district in 1946, raised in the Tijuca district, and an eternal flamenco fan, he is a pure Carioca, bottle-fed with samba. “It flows through my veins,” he smiles under his white moustache. “Samba is my roots; jazz was my school because of my father’s records; rock was my debut when I listened to Pink Floyd and Led Zeppelin. Samba, jazz and rock are the three essential genres for any musician.” Initially a guitarist, “Mamão” fell in love with drums at a friend’s house in the early 1960s, before expressing his talents at Beco das Garrafas, the cradle of bossa nova where Elis Regina and Sérgio Mendes, among others, emerged. In the Copacabana clubs, he mimics both American drummers (Gene Krupa, Buddy Rich, and Louie Bellson) and Brazilian (Wilson das Neves and his idol, Edgar Nunes Rocca, nicknamed “Bituca”). But the turning point was the Canecão, a large concert hall in the Botafogo district, in 1968: “I was playing rock with The Youngsters, and I met Zé [keyboard player José Roberto Bertrami] and Alex [bass player Alex Malheiros], who were each with different bands. We went for a drink and Bertrami suggested that we meet at his house on the weekend to play together. We started out like that, calling ourselves Grupo Seleção on the stage of Mr. Pujol, the club belonging to Elis Regina and her husband, Ronaldo BôscoliIn 1972, Marcos Valle invited us to play the music for O Fabuloso Fittipaldi, a documentary film about the racing driver Emerson Fittipaldi. Marcos had a song, “Azimuth” [on the Mustang côr de sanguealbum in 1969], that we liked so much that we asked him if we could name our band after it. We simply changed the “i” to “y” and that’s how we became Azymuth.”Excerpted from QwestTV. Click here to read the whole article.

 

Show do Airto

Que noite e quanta Gratidão ao Mestre!

Showzacooo do Airto mas como brilha Diana!!
Músicos maravilhosos com assinatura do Moreiraaa?????

Este homem com sua mulher e cantora, Flora, levou Azymuth para uma tour de 03 meses em 78 e Ivan Conti Mamão ficou conhecido no mundo!!

Muitas lembranças e recordações.
Rever a filha Miúra que bênção, ver e ouvir Diana cantando outra bênção???

Encontrar novos e velhos amigos outra alegria????

Obrigada, obrigada, obrigada?????

Sandra Maranhão.

Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira Show do Airto Moreira

Baterista legendário da MPB, Mamão comemora 55 anos de carreira com show ‘all star’

Azymuth Mamão
Mamão, baterista do Azymuth, com Marcos Valle, Celso Fonseca e Alex Malheiros – Monica Imbuzeiro / Agência O Globo

No começo dos anos 1960, um adolescente com visual de fã do iê-iê-iê frequentava o Beco das Garrafas, fissurado para ver e aprender com bateristas como Edison Machado e Dom Um Romão — e, se possível, dar suas escovadas no couro, nas canjas em boates como a Drink.

O baterista do Azymuth e de uma infinidade de discos clássicos brasileiros — de Roberto Carlos a Milton Nascimento e Paulinho da Viola, passando por Chico Buarque, Jorge Ben Jor, Elis Regina, Clara Nunes, Gal Costa, Rita Lee e Raul Seixas — nunca fez distinção entre música nacional e ritmos estrangeiros. Talvez por isso tenha feito escola na fusão de funk com samba, o que o levou a ser cultuado por DJs nos EUA — lançou, em 2008, álbum em parceria com o americano Madlib — e na Inglaterra (o selo Far Out soltou em dezembro remixes antecipando um álbum solo prometido para o segundo semestre).

Mamão (apelido desde os tempos de escola, por ter destruído um mamoeiro) está comemorando 55 anos de carreira em momento delicado. Com artrose causando dores terríveis, ele ficou na fila da cirurgia para colocação de prótese na cabeça do fêmur esquerdo, mas foi vítima da crise na saúde do estado do Rio de Janeiro. O procedimento foi adiado sine die, e os amigos se mobilizaram para ajudá-lo a pagar pela intervenção, a partir de crowdfunding e de um show beneficente que acontece nesta segunda-feira, às 20h, na Sala Baden Powell, em Copacabana.

Leia o artigo completo aqui.

Mais Erlon Chaves

Erlon ChavesTodos falando do Erlon Chaves hoje! 83 anos!

Bom sinal Tá na memória e no coração do povo!

O olhar triste de um músico que ousou o tempo todo, seja musicalmente ou nas suas atitudes. Hoje, celebramos os 83 anos do maestro Erlon Chaves.

Formado no Conservatório Musical Carlos Gomes, Érlon foi arranjador e diretor musical das principais edições do “Festival Internacional da Canção”, o FIC, realizados pela TV Globo, além de outros programas da emissora.

Com sua Banda Veneno, ou mesmo antes, Erlon Chaves criou uma sonoridade particular que fez questão de inserir nos trabalhos de artistas como Elis Regina, Jorge Ben e, principalmente, com Wilson Simonal. Era uma música brasileira em diálogo direto com a cultura negra americana, diferente dos arranjadores que surgiam na época.

Conta a história, que na época em que Simonal estava preso, Erlon Chaves reagiu a provocações de um transeunte, em uma galeria no Flamengo, teve um enfarte e morreu, aos 40 anos.

Triste fim para um maestro negro que ousou ser protagonista em tempos de ditadura militar. Namorou a Miss Brasil, Vera Fischer, foi beijado por diversas dançarinas durante aa apresentação de “Eu também quero mocotó”, no V FIC, além de deixar sua marca na nossa música como um exímio arranjador. Fica aqui nossa homenagem com essa foto de Erlon Chaves na época do lançamento de “Sabadabada”, 1965, um dos trabalhos mais importantes de nossa discografia. Ouça nos comentários.

Crédito: Coleção Almirante, Acervo MIS

Ivan Conti “Mamão”