Azymuth Fenix

Azymuth Fênix – Press Release

Azymuth are back! With Fênix, their first album in five years, the Brazilian mavericks have recreated the energy of those spellbinding seventies’ sessions which would launch them into international recognition and confirm their status as one of Brazil’s most successful bands. It’s a ten-track journey through the full spectrum of Azymuth’s brilliantly coloured expressionist fusion, with all the cosmic energy and masterful musicianship you’d expect from the world’s greatest three-man orchestra.

Since the passing of keyboard maestro Jose Roberto Bertrami in 2012, remaining members Ivan Conti (right) and Alex Malheiros (left) have worked tirelessly to keep the spirit of Azymuth alive, and to continue the legacy of Bertrami’s genius. But Fênix also marks a new era as the Azymuth trio is complete once again, by special guest keyboardist Kiko Continentino. A hugely talented pianist, composer and arranger, Kiko has worked with the likes of Milton Nascimento, Gilberto Gil and Djavan, and the fresh energy and inspiration he has brought to the group is undeniable. The album also features Brazilian percussion legend Robertinho Silva.

EXCLUSIVE ALERT! If you can’t wait for the album’s release in December, we’re pressing a one-off run of 300 hand-stamped and hand-numbered Fênix white label LPs, which will come housed in the finished sleeve (pictured above). This super-limited, priceless piece of Azymuth history will be available exclusively at the shows on the tour, over a month ahead of the official release date.

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Fênix European Tour Dates 2016

Oct 28 – Sigurdsgarde, Copenhagen – Tickets
Oct 29 – Nefertiti, Gothenburg – Tickets
Nov 02 – Bix, Stuttgart – Tickets
Nov 03 – Domicil, Dortmund – Tickets
Nov 04 – Badehaus, Berlin – Tickets
Nov 05 – Kalif Storch, Erfurt – Tickets tbc
Nov 06 – Stadtgarten, Cologne – Tickets
Nov 09 – Jazzpodium, Dordrecht – Tickets tbc
Nov 10 – Bird, Rotterdam – Tickets
Nov 11 – North Sea Jazz, Amsterdam – Tickets
Nov 12 – Le Sucre, Lyon – Tickets tbc
Nov 14 – Teatro del Gatto, Ascona – Tickets
Nov 15 – Bravo Caffè, Bologna – Tickets
Nov 18 – Hideaway, London – Tickets
Nov 19 – Hideaway, London – Tickets
Nov 21 – Bayerischer Hof, Munich – Tickets tbc

Azymuth: crônica de uma Guanabara elétrica

Azymuth Alex & Mamão
Foto: Valéria Coelho, agradecimentos a Mariana Bergel

Em 2005, fui curador de uma série chamada 3 Trios 1000 Sons no CCBB/ SP. A “tese” por trás dessa escalação é que Zimbo Trio, Trio Mocotó e Azymuth se relacionaram, desde os anos 60, com praticamente tudo de legal que aconteceu com a música nacional. Desde que o Zimbo acompanhava Elis e Jair Rodrigues n’O Fino da Bossa, passando pela parceria do Mocotó com Jorge Ben, até…

Bom, até hoje, a se levar em conta o show do Azymuth no Sesc Belenzinho, em São Paulo, na última sexta feira. Os três trios também representam estágios de interação entre a música brasileira e a internacional. O Zimbo foi uma refinada leitura das correlações entre samba, jazz e bossa (depois partindo para uma leitura jazzy da MPB). O Mocotó, percussivo até no violão, participou da invenção de um legítimo e orgânico popismo nacional, o do samba-rock; e fez uma síntese memorável entre o tropicalismo e a pilantragem em sua gravação do “Coqueiro Verde” de Erasmo, com a benção do Pasquim (que lançou o compacto).

Já o Azymuth é uma resposta (totalmente) brasileira à eletrificação do jazz, puxada por Miles Davis. Na verdade, o Azymuth tem uma relação mais direta com a escola de um dos comparsas de Miles, a do tecladista Herbie Hancock. Segundo Miles, seu jovem pianista era tão ligado em tecnologia que colocava um gravador portátil (quando isso era uma novidade) embaixo do piano, para gravar as apresentações na década de 1960. Provocado por Miles a passar aos sintetizadores, Hancock não se fez de rogado, e amontoou teclados como se fosse um Rick Wakeman negro.

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